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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

FAMÍLIA VALE CHORA A MORTE DE “SEU” MUNDIQUINHO





“Lago da Onça: eu nasci lá.”

Por: Joaquim Filho

O Povoado Lago da Onça, situado a uma distância de 6 kilômetros de Pedreiras, terra do maranhense do século, João do Vale, amanheceu nesse dia 10 de outubro triste, pois morreu um dos seus moradores mais ilustres e mais antigo do lugar, Raimundo Luciano Carvalho, 73 anos, que faleceu dia 09/10, às 23h50min, em sua própria residência. Conhecido pela alcunha de MUNDIQUINHO, lavrador, 10 filhos, nasceu e sempre morou no Lago da Onça, segundo depoimento do seu sobrinho, João Batista Carvalho, o qual criou até os 18 anos. Com a morte de “seu” Mundiquinho, a cidade de Pedreiras e Trizidela do Vale perdem um arquivo vivo que existia no Lago da Onça, por ser hoje um local histórico e por razões do mesmo, na qualidade de primo de João do Vale, ser um dos poucos que ainda guardavam vivas na memória, histórias do poeta do povo. Não por razões de ter ligações de parentescos com João do Vale, mas por ter sido um homem da roça, humilde, que sempre dignificou o nome da família, com trabalho e honestidade, muitas pessoas compareceram ao seu velório para prestarem a última homenagem. O seu sepultamento foi hoje à tarde (10/10), às 17 horas, no Cemitério Sabiá, no próprio povoado Lago da Onça.Quem esteve no velório e deu uma entrevista sobre a pessoa do “seu” Mundiquinho foi o cantor, compositor e poeta Chagas Melo, que por razões de ter nascido também no Lago da Onça, conviveu e o conheceu desde menino.


Texto autorizado pelo autor Joaquim Filho

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